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Manifesto Comunista e Manifesto Fascista são idênticos. Fascismo é de esquerda

Manifesto

Fascismo e Nazismo são ideologias de esquerda, e ambas são variantes extremistas do Socialismo.
 
A ideologia Fascista surgiu na Itália de Mussolini, ditador que obteve popularidade num sindicato esquerdista, pondo em prática, em 1922, quando ascendeu ao poder, tudo o que três anos antes tinha sido proclamado por Alceste De Ambris e Filippo Tommaso Marinetti, no Manifesto Fascista.
 
No Manifesto Fascista, os revolucionários defendiam a implantação de um salário mínimo estipulado pelo governo, e exigiam um horário de trabalho de oito horas diárias.
 
Era defendido que os trabalhadores tivessem representantes nos postos administrativos mais altos da industria, e que os sindicatos obtivessem o mesmo poder de decisão que os executivos. Era exigido um imposto de renda progressivo, um seguro por invalidez, e outros tipos de benefícios sociais, além da redução da idade da reforma.
 
Era defendido o confisco da propriedade de todas as instituições religiosas, bem como a estatização de toda a indústria de armas, e um sistema corporativista de “Conselhos Nacionais”, semelhante ao dos sovietes, e ainda um imposto progressivo sobre os lucros, e ganhos de capital, com o intuito de expropriar uma fatia de toda a riqueza dos capitalistas.
 
Em comparação com o Manifesto do Partido Comunista, escrito por Karl Marx e Engels, e publicado em 1848, podemos verificar a conexão entre Fascismo e Comunismo.
 
O Manifesto Comunista, de há 170 anos atrás, sugeria medidas necessárias para ser implantado o comunismo, ou o socialismo marxista, entre as quais, um Imposto de Renda fortemente progressivo e uma centralização do crédito nas mãos do Estado, por meio de um banco nacional com capital do Estado, usufruindo monopólio exclusivo. Uma centralização, nas mãos do Estado, de todos os meios de comunicação e transportes. Uma unificação do trabalho agrícola e industrial com o objectivo de eliminar gradualmente o contraste cidade e campo, uma educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas e eliminação do trabalho infantil nas fábricas, e ainda a unificação da educação com a produção industrial.
 
Todas estas medidas foram implementadas por Mussolini.
 
De acordo com o Manifesto Comunista, os objectivos que faltariam cumprir para se alcançar o designado Socialismo Marxista, ou o Comunismo, através do Fascismo, eram a expropriação da propriedade sobre terras, e aplicação de toda a renda obtida com a terra nas despesas do Estado, o confisco da propriedade de todos os emigrantes e rebeldes, e o trabalho obrigatório para todos e a criação de exércitos industriais.
 
Nos anos 30, também se falava abertamente do Nazismo, ou do Nacional-Socialismo, como uma ideologia de esquerda. Havia a Revolução Russa e a Revolução Alemã, e o nazismo era banalmente classificado como uma ideologia de esquerda.
 
Os comunistas sempre comoveram o mundo com discursos contra o Nazismo, mas colaboraram com o esquema soviético que em segredo o alimentava e fortalecia, antes de Hitler se revoltar.
 
“As três revoluções fundamentalmente esquerdistas, aquelas que geraram a democracia francesa, o socialismo internacional russo e o socialismo nacional alemão, formaram e moldaram a história dos últimos duzentos anos e estabeleceram os “Séculos do Sol” – guilhotinas, prisões, forcas, câmaras de gás. e gulags.” – Erik von Kuehnelt-Leddihn, no livro Leftism Revisited: From De Sade and Marx to Hitler and Pol Pot
 
A esquerda mundial é isto mesmo. É o intervencionismo estatal. Tudo dentro do estado, e com o estado, nada contra o estado. A diferença é somente o pretexto usado para revolucionar. No nazismo e fascismo, o pretexto é nacionalista, e no comunismo o pretexto é internacionalista.