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Os comunistas disseminaram a pedofilia nas igrejas

Papa

O impacto das revoluções sangrentas nos regimes comunistas, para fazer com que as sociedades aceitassem viver em condições miseráveis, acabaram por incomodar os próprios revolucionários marxistas, que, nos anos 30, já tinham em mente um meio de contorná-las.
 
Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, nos “Cadernos do Cárcere”, ensinou aos comunistas que a Igreja não deveria ser combatida, mas sim esvaziada do seu conteúdo “espiritual” e usada como caixa de ressonância da propaganda comunista.
 
O sucesso estratégico obtido posteriormente nesse âmbito, pode-se avaliar através da influência que os comunistas conseguiram exercer por dentro e por fora sobre o Concílio Vaticano II. Os comunistas não só dividiram a Igreja Católica, e ocasionaram a maior evasão de fiéis em dois milénios de catolicismo, como também capturaram o Conselho Mundial de Igrejas durante a Guerra Fria, que na época dava prioridade a padres homossexuais na admissão de cargos eclesiásticos.
 
O movimento de indução à pedofilia começou quando Sigmund Freud criou uma versão erotizada dos primeiros anos da vida humana. Freud, considerado o pai da psicanálise, criticou o rumo da Revolução Russa e chamou-a de “ensaio de um experimento social”. A primeira instituição de ensino primário que usava a pedagogia psicanalítica foi fundada em Moscovo, em 1921, pela psicanalista Vera Schmidt.
 
Estava-se no início da revolução, em 1917, e a psicanálise de Sigmund Freud destacava-se como uma ferramenta capaz de ajudar a população a se adaptar a um cenário de profundas transformações sociais.
 
Desde os anos 20, enquanto os regimes comunistas promoviam a mais brutal e ostensiva perseguição aos cristãos nos seus territórios, os grandes estrategas do comunismo, como Stalin, Gramsci, Lukács e Herbert Marcuse, já haviam chegado à conclusão de que, nas nações democráticas ocidentais, o ataque frontal à Igreja não ia funcionar, sendo necessário uma infiltração, corrompendo-a e destruindo-a por dentro.
 
Em 1959, como chefe da espionagem romena na Alemanha Ocidental, Ion Pacepa, ouviu Nikita Kruschev anunciar que os comunistas “Usariam Cuba como trampolim para lançar uma religião concebida pela KGB na América Latina.”
 
“Khrushchev deu o nome de ‘Teologia da Libertação’ a essa religião. A sua inclinação para uma designada ‘libertação’ foi herdada da KGB, que mais tarde criou a Organização para a ‘Libertação’ da Palestina (OLP), o Exército de ‘Libertação’ Nacional da Colômbia (ELN), e o Exército de ‘Libertação’ Nacional da Bolívia.
 
Khrushchev também pretendia enviar para a América Latina agentes disfarçados de padres.
 
“Naquele momento a KGB estava a construir uma nova organização religiosa internacional em Praga, chamada “Christian Peace Conference” (CPC), cujo objectivo seria espalhar a Teologia da Libertação pela América Latina.
 
“Em 1968, o CPC – criado pela KGB – foi capaz de dirigir um grupo de bispos esquerdistas sul-americanos na realização de uma Conferência de Bispos Latino-americanos em Medellín, na Colômbia.” – diz Pacepa
 
A prova cabal surge do testemunho de Bella Dodd, uma ex-agente soviética que confessou diante do Congresso Americano que havia ajudado a infiltrar milhares de agentes encarregados de corromper e destruir as instituições religiosas, referindo-se também a um grande número de agentes “adormecidos”, ou sem missão imediata, encarregados de apenas permanecerem dentro da Igreja e com a missão de simular identidades de fiéis, aguardando instruções que poderiam vir dentro de uma, duas ou três décadas.
 
Bella Dodd colocou na Igreja mais de mil e duzentos agentes “adormecidos”. O total dos agentes infiltrados só nas décadas de 30 e 40 dificilmente esteve abaixo de cem mil, sem contar com os que vieram posteriormente em número maior. Muitos desses só entraram em acção na época do Concílio Vaticano II. Outros continuaram a subir discretamente nas hierarquias, onde uma das suas mais óbvias funções seria apagar vestígios, boicotando todos os grupos e organizações que insistiam em continuar a obedecer às ordens do Papa Pio XII, transmitida a todos os católicos do mundo, para que combatessem o comunismo mesmo correndo risco de vida.
 
Actualmente, para o movimento comunista, a infiltração como estratégia de destruição por dentro é um mecanismo de acção natural que actua em todas a vertentes da sociedade. Escolas, partidos de oposição, canais de comunicação, entre outros.
 
Hoje, sabe-se, de acordo com analistas políticos brasileiros, que o Conselho Federal de Psicologia no Brasil proibiu psicólogos de ajudarem a evitar a admissão de candidatos a sacerdotes que tivessem tendências homossexuais para, anos depois, os comunistas não acusarem a igreja de criar pedófilos.
 
Os casos de pedofilia na igreja já são tantos, que recentemente o Papa Francisco, acusado de ser marxista pelas alas conservadoras, pediu desculpa por isso, embora nunca tenha pedido desculpa pelo que os comunistas fizeram à igreja.