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Ideologia de Género: Um alerta para os pais portugueses

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A ideologia de género, já discutida e congelada em vários países, é procedente do movimento comunista e tem como finalidade a destruição da estrutura familiar clássica e respectivos direitos, sob os habituais pretextos de igualitarismo e retórica de descriminação.
 
Após a Revolução Bolchevique de 1917, na Rússia, Lenin tentou, sem sucesso, abolir a família dos padrões da sociedade soviética, através de medidas legislativas, mas, pouco antes da II Guerra Mundial, os comunistas acabaram por concluir que a família jamais poderia ser abolida por decreto, sendo necessário, ao invés disso, uma “revolução sexual.”
 
Para Karl Marx, a primeira de todas as opressões sociais é exercida pela família, e sem a sua abolição nunca poderá ser feita a revolução comunista.
 
Esta doutrina Marxista foi claramente exposta no último livro de Karl Marx, finalizado por Friedrich Engels, intitulado “A Origem da Família, da Propriedade e do Estado”.
 
Se os comunistas pregam a terrível filosofia de que os fins justificam os meios, no livro “Eros e Civilização”, publicado em 1955, o marxista Herbert Marcuse também já falava abertamente da pedofilia como um elemento fundamental da revolução cultural, juntamente com a zoofilia, necrofilia, o feminismo, a cleptomania, o aborto, o homossexualismo, a violência, o uso de drogas e a prostituição.
 
Sem uma estrutura familiar que possa gerar descendentes, a população envelhece, e o Estado torna-se no único e legítimo herdeiro, sem ter que recorrer à força.
 
Foi este o meio pelo qual as escolas socialistas encontraram a melhor forma de destruir a propriedade e a família nos países ocidentais. A família é a base de qualquer civilização.
 
A diferença entre a revolução comunista cultural e a revolução comunista clássica, ou a que é feita com armas, assaltando o poder e a propriedade privada, é que a segunda é feita por meio de uma operação estatal rápida e fulminante, enquanto na primeira vigora a ideia de influenciar as massas culturalmente, de forma “progressista”, e a destruição dos nativos.
 
A ideologia de género nada mais é do que a instrumentalização sexual da criança, que é o elemento mais fraco da família, como estratégia política de transformação social, e a fomentação metonímica estatal de conflitos entre pais e filhos.
 
Ainda numa fase inicial, mas a ser já posta em prática, em alguns países, a solução final da “ideologia de género” apenas surgiu nos anos 90, com alguns complementos teóricos da filosofa Judith Butler, autora do livro “O Problema de Género”.