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Falta de estacionamento em Sesimbra foi planeada para CDU se manter sempre no poder local

Estacionamento em Sesimbra

Em Sesimbra, a escassez de estacionamento não acontece por acaso. Foi planeada pelo PCP durante as últimas décadas para fazer com que a Autarquia se tornasse no maior empregador do Concelho e manter a CDU no poder local.
 
O planeamento urbano em Sesimbra, deficiente em infraestruturas de transportes e estacionamento, que afectou a qualidade de vida da população e o turismo, está inteiramente relacionado com a sustentabilidade da vila.
 
Não foi requalificado e projectado nesse sentido, por visar que a CDU tenha um controlo total sobre a população, através da manutenção de empregos na função pública, dificultando, dessa forma, o desenvolvimento empresarial a quem investe no Concelho.
 
A Hegemonia de Gramsci, que foi enraizada na comunidade sesimbrense desde o pós 25 de Abril, é usada em Sesimbra pelo PCP como estratégia política.
 
Para tornar o partido invisível e omnipresente na comunidade, como Antonio Gramsci idealizou, os comunistas infiltraram-se nas malhas da sociedade, em todas as instituições públicas, associações culturais e recreativas, nas escolas e canais de comunicação, com o objectivo de obstruir qualquer via que fosse capaz de impor a uniformidade de um discurso diferente do seu.
 
O PCP, pretende que o seu discurso seja um discurso único.
 
Estacionamento em Sesimbra
 
O Gramscismo, que tem como objectivo o controlo total de qualquer comunidade, está num estado tão avançado em Sesimbra, que a maior parte da população tem medo de falar por temer represálias sociais.
 
As liberdades individuais acabaram sequestradas, por haver sempre alguém dependente das habitações sociais atribuídas pela Câmara ou dependente de um emprego na função pública, que na maior parte dos casos, é facilitado.
 
Em Sesimbra, é quase proibido votar em outro partido que não seja a CDU. O PCP, é um partido totalitário e o totalitarismo significa o controlo total sobre a vida dos cidadãos.
 
Augusto Pólvora, eleito pela CDU, nas últimas autárquicas, manteve-se, durante o dia de eleições, à porta das urnas para apurar quem ousava votar em outra força política que não fosse a CDU. No PREC, quando o PCP governou o país com o MFA, os comunistas eram contra o voto secreto para controlarem quem discordava das suas ideias.
 
Somente com uma mobilização massiva de abstencionistas se torna possível resgatar a liberdade em Sesimbra e consolidar, definitivamente, a democracia no município.