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Partido Comunista e corrupção são bons amigos e grandes camaradas

Comunistas

Não é combatendo casos isolados de corrupção que se acaba com a corrupção em Portugal. O problema é de macro alcance continental, estrutural e permanente.
 
Quanto mais cresce a hegemonia esquerdista na Europa, mais cresce a corrupção, mais cresce a imoralidade, mais cresce a violência.
 
É tradição dos partidos comunistas usar o direito “burguês” como instrumento para chegar ao poder, para de seguida, destruír não só esse direito, como também todo ou qualquer direito.
 
O exemplo mais prático, em Portugal, é o do Partido Comunista Português nas Autarquias CDU, que além de ser o maior entrave ao desenvolvimento nos próprios territórios ideológicos, como forma de combater o capitalismo no país, possui também uma posição autoritária e antidemocrática, demonstrando ser, efectivamente, a antítese da sua habitual posição enquanto oposição ao governo.
 
Não fossem as bases da democracia ocidental, a cultura, o direito, a economia, a moralidade e a religião cristã.
 
A ideia de qualquer direito, num Estado de Direito Democrático, é, em si, incompatível com a ideologia marxista pro-comunista.
 
O direito, no entender do marxismo, é a vontade da elite revolucionária marxista.
 
É a abolição de todo ou qualquer direito e sua substituição pelo poder omnipresente e invisível do partido, que foi assim idealizado por Antonio Gramsci, filósofo marxista e fundador do Partido Comunista Italiano.
 
“A nossa minoria organizada derrotará sempre a maioria desorganizada” – Vladimir Ilyich Lenin
 
Uma vez que caia esse tipo de regime marxista implantado, a mesma elite mantém-se sempre no poder, tal como acontece na Rússia e China.
 
No processo, os comunistas infiltram-se nas malhas da sociedade, como se verifica no distrito de Setúbal, tirando proveito político do domínio das associações comunitárias e instituições locais.