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Os comunistas não gostam de mulheres

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No Comité Central do PCP, Orgão máximo da estrutura dirigente comunista, a discriminação é notável. Menos de 25% são mulheres.
 
Ou seja, os demais empregados, operários e licenciados do PCP, partido que também diz defender a igualdade de género, sempre foram maioritariamente homens.
 
O comunismo não é apenas a antítese do capitalismo, é quase a síntese da dialética hegeliana.
 
No Estado Novo, Júlio Fogaça, foi um dos casos complicados para o PCP, partido que vivia clandestinamente numa sociedade considerada conservadora e homofóbica.
 
De acordo com o PCP, Júlio Fogaça, dirigente do partido, foi expulso, em 1961, devido a “aspectos de conduta”, apesar da homofobia ser evidente e de todos saberem que a sua orientação sexual era repugnada e discriminada nas hostes comunistas.
 
O partido que diz ser o mais “revolucionário” na oposição, torna-se sempre o mais conservador quando toma o poder.