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Portugueses levam Partido Comunista cada vez menos a sério

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Se hoje Portugal fosse um regime comunista e se o PCP tivesse sido a facção vencedora no pós-25 de Abril de 1974, actualmente, viveríamos em ditadura.
 
Um regime ditatorial, com a Heloísa Apolónia a assinar mandatos de captura em branco e o Jerónimo de Sousa a ordenar os fuzilamentos.
 
Sim, é verdade, o objectivo do PCP é e sempre foi o mesmo. Uma ditadura.
 
Actualmente, face à dimensão da fraude para conseguirem alcançar o poder central pela via democrática, ainda há muitos eleitores no país que se iludem com a propaganda de igualdade social do comunismo.
 
Afinal, os comunistas são os mestres da propaganda e fazem um grande estardalhaço em torno da luta de classes e minorias, embora a exclusão de muitos, supressão, reestruturação do tecido da sociedade e enriquecimento ilícito dos dirigentes, sejam alguns dos principais objectivos do partido.
 
Por isso, afirmam, ser o comunismo, um sistema justo e sem concentração de riquezas. Toda a riqueza do país é concentrada no Estado, no Partido Comunista e seus dirigentes.
 
Dizem que lutam pelos direitos dos trabalhadores contra a opressão dos capitalistas.
 
Porém, quando se iniciou o primeiro regime comunista no mundo, implantado na Rússia, os direitos dos trabalhadores não faziam parte das intenções dos bolcheviques.
 
O que ocorreu, de facto, foram perseguições, prisões, assassinatos, confisco de bens e um controle total das vidas dos russos.
 
A verdade, é que em toda a história da humanidade, em qualquer parte do mundo, nenhum país comunista viveu em democracia ou é uma democracia.
 
Entender que o secretário-geral não pode divulgar os verdadeiros objectivos do partido e que no mundo da política ninguém é penalizado por faltar à verdade, são dois dos pontos que os eleitores devem partir para apurarem a verdade.
 
Especialmente todos aqueles que não viveram nos governos provisórios, repletos de assassinatos, torturas e roubos.
 
Os jovens, hoje, são um dos “bastiões” sociais que o PCP tenta alcançar para ganhar poder de influência política e cultural, razão porque o partido tem apostado, essencialmente, em campanhas junto dessas camadas menos vividas.
 
Por exemplo, em 1975, o primeiro ministro comunista, Vasco Gonçalves, obrigou todos os trabalhadores a darem um dia de trabalho ao Estado.
 
Quando o dinheiro foi devidamente recolhido, montante que superava os 50.000 contos na moeda antiga, os comunistas fugiram com tal quantia exigida ao “proletariado”.
 
Voltar a tentar instaurar uma ditadura em Portugal, depois da tentativa frustrada ter falhado, em Novembro de 1975, não é fácil para Jerónimo de Sousa.
 
Fazê-lo pela via democrática, subornando militantes, facilitando postos de trabalho em autarquias CDU, apoiando minorias ou igualitarismo e acompanhando-se de uma indispensável propaganda cheia de slogans atraentes, como “liberdade”, “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais”, “política patriótica e de esquerda”, também não.
 
Felizmente, a “maioria silenciosa” do povo português despertou e 42 anos após o derrube do regime fascista, ainda mantém os olhos abertos e a memória bem marcada.