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Em sesimbra, os Orgãos de comunicação municipais já não possuem utilidade

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Os Orgãos de comunicação oficiais ao serviço da Autarquia de Sesimbra (CDU), tais como o histórico Jornal O Sesimbrense e Rádio Sesimbra FM, deixaram de ter utilidade à população do concelho. A incapacidade de difusão, a incompetência autárquica e o interesse dos comunistas quererem manter a comunidade sesimbrense desinformada, são hoje verdades irrefutáveis.
 
Um povo ignorante e devidamente desinformado é sempre mais fácil de controlar e manipular.
 
Nem a habitual disponibilização das actas, provenientes das reuniões da Assembleia Municipal e Câmara Municipal, expostas desde sempre no site oficial da Autarquia de Sesimbra, escaparam à censura dos “Cães ferozes da Coreia do Norte”, devido à existência de um meio independente de informação, que segundo a opinião de muitos habitantes, está a “prestar um grande serviço público” à comunidade: O site Sesimbra Cultural.
 
As directrizes comunistas sempre defenderam o controlo total dos meios de comunicação, sendo esse, um dos grandes pilares de qualquer regime fascista ou totalitário.
 
“Uma mentira repetida mil vezes, torna-se verdade” , Joseph Goebbels, político alemão e Ministro da Propaganda na Alemanha Nazi entre 1933 e 1945.
 
Com o avanço tecnológico, os meios de informação passam hoje, sobretudo, pelas plataformas digitais e dispositivos móveis. Emissor e Receptor. O sucesso de desempenho está muito aquém das competências da equipa autárquica, facto que põe em causa a continuidade de existência da Rádio e produção de jornais em formato tradicional.
 
Além de não possuírem um sitio na internet, com domínio próprio e projecção necessária, que possa ajudar a justificar a continuidade dos postos de trabalho envolvidos, não proporcionam retorno suficiente aos empresários locais.
 
A Autarquia de Sesimbra não apontou “factores concretos” para a ligeira subida do turismo, ocorrida na última época balnear, ignorando os meios de divulgação digitais de iniciativa privada.
 
Embora o PCP se encontre em estado de negação, desde o histórico 25 de Novembro de 1975 e tenha necessidade de mascarar o seu objectivo de instaurar em Portugal um regime ainda mais opressivo do que a ditadura de Salazar, encapotando-se na retórica amiga do povo, através da sua propaganda fraudulenta de defesa aos trabalhadores, possui fundamentalmente, também, a necessidade de se associar aos valores do 25 de Abril e de usar todas as minorias desfavorecidas na linha da frente como cobaias.
 
Uma nova estratégia esquerdista, desenvolvida pelos filósofos e teólogos da Escola de Frankfurt, intitulada de “Teoria Crítica”, que foi considerada altamente destrutiva pelos próprios dirigentes comunistas soviéticos e que está a ser aplicada na democracia portuguesa.
 
Em vésperas de ano eleitoral nos círculos municipais, aproxima-se um “Verão Quente” em Sesimbra.
 
A força da maioria comunista (CDU), na Autarquia de Sesimbra, coligada com os social-democratas (PSD), não tem permitido à oposição socialista (PS), independente (MSU) e bloquista (BE), conseguir projectar uma nova direcção para o concelho durante o actual mandato.
 
Uma trajectórica que possa incluir, efectivamente, todos os filhos e netos daqueles que fizeram a Revolução de Abril.
 
O PREC sesimbrense de 2017, promete uma grande disputa eleitoral entre os partidos que defendem a democracia e a liberdade (PS e MSU) e os que defendem a actual “ditadura” municipal e suas políticas (Coligação PSD + CDU).
 
A luta armada é a única coisa que não está prevista.