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Promoção de Sesimbra em mãos erradas

Clube Sesimbrense

Passado quase um ano, desde a tomada de posse do Clube Sesimbrense  pela nova direcção administrativa e após a requalificação do seu imóvel, onde se criaram condições para que a nova direcção da colectividade apresentasse uma candidatura ao PROMAR, de forma a passarem a ser subsidiados em cerca de 40%, a autarquia, tem vindo a apostar na promoção de eventos culturais em parceria com o Clube mais antigo da região e com outras entidades sociais que também possuem meios autónomos de sustentabilidade.
 

Clube Sesimbrense
Associações com fundos comunitários

Elegível – 10.300,00 euros
Comparticipação FEDER – 65% – 6.695,00 euros
Comparticipação CMS – 35% – 3.605,00 euros
Não elegível – 2.570,00 euros”

 
O problema não é a credibilidade que estas entidades têm aos olhos da comunidade, o problema é que nenhuma delas tem  meios de divulgação visíveis para alcançarem mercado turístico além fronteiras regionais e que certamente será a chave  para a economia local voltar aos bons velhos tempos.
 
Numa entrevista dada pelos dois responsáveis do Clube Sesimbrense, um dos quais, destacado e pago pela autarquia para  animar a noite da última passagem do ano em Sesimbra,  constatamos que, a divulgação de eventos culturais na região, passaria pela criação de uma fanpage no facebook.
 
A nova administração do Clube Sesimbrense, acabou mesmo por referir que, os residentes locais estariam a sair cada vez menos, devido à contenção de gastos que a crise económica impôs e que, teriam intenções de captar público através da internet para os dias que os eventos seriam agendados.
 
O que não referiram na entrevista foi que, havia no facebook algo chamado “Edgerank” que determina o alcance que uma fanpage possuí e que para cada post chegar a um maior número possível de utilizadores são necessários conhecimentos que de momento não estão disponíveis no mercado para serem assimilados em acções de formação ou workshops.
 
Faltou indicar que apenas se limitaram a convidar muitos amigos  para “gostarem” de uma fanpage, que não possuem recursos ou conhecimentos para  dinamizar uma fanpage no facebook e promover  os eventos que organizam de uma melhor forma, porque não são uma empresa de divulgação e nem os seus camaradas executivos e padrinhos da CMS,  que os encarregaram ou lhes concederam  tais funções têm conhecimentos ou ferramentas propícias aos seus objectivos.
 
Estivemos à conversa com o nosso coordenador de equipa por neste momento a Sesimbra Cultural continuar a ser o maior site regional de sempre e voltou a frisar que em mais de dois anos de trabalho, (milhares de horas de trabalho despendidas no projecto)  a autarquia e os Orgãos de comunicação social em Sesimbra nunca se dignaram em felicitar publicamente o mercado turístico nacional e internacional que a Sesimbra Cultural tem vindo a alcançar ou até mesmo para agendar a marcação de uma reunião sobre uma possível cooperação em prol da comunidade.
 
“O João Aldeia do Jornal O Sesimbrense, chegou a contactar-me do nada  para comparecer nas suas instalações para uma entrevista  mas recusei tal como já recusei outras com projecção nacional, depois soube que o João Aldeia tinha abdicado o seu cargo de director no Jornal pouco tempo depois da tomada de posse da nova direcção da Liga dos Amigos de Sesimbra que também é financiada pela autarquia e é a proprietária do respectivo jornal”
 
“A Sesimbra Cultural não precisa de entrevistas, precisa é de fundos para ter continuidade e é necessário alguém a full-time ou quase a tempo inteiro a geri-la de modo a expandir o projecto em condições dignas.  São necessárias despesas com alojamento, domínio e manutenção. Se este projecto tem a importância que a autarquia disse ter por mensagem no facebook, em mais de dois anos, já me tinham contactado muito antes de manifestar qualquer indignação ou ter feito qualquer crítica”
 
“Não é a primeira que me fazem, em 1990, quando cheguei à Escola Secundária de Sampaio, trocaram o meu lugar de mérito  na única turma  que havia de informática com filhos de camaradas comunistas repetentes de 2 e 3 anos. Não recomendo a ninguém essa escola,  era suposto só os melhores alunos do concelho vindos do 6º ano  ingressarem  na única turma de informática que havia na altura pela escassez de computadores como prémio de bom aproveitamento.”
 
“Os meus pais fizeram queixa, mas ainda tiveram a lata de lhes transmitir que  foi para encaminhar alunos repetentes de 2 e 3 anos numa turma que estaria referenciada como a pior turma do 7 ano por mau comportamento,  insucesso e desmotivação escolar.
 
“Propuseram uma transferência para uma turma com alunos da minha idade  e continuaram a negar um lugar na turma de informática  em  que  estariam em maioria os meus colega dos anos anteriores. mesmo depois de ter sido durante meses vítima de bullying  e agressões físicas diárias por vários repetentes na turma que eu estava e pelos seus amigos de outras turmas”.
 
“Negaram o lugar que me pertencia,  depois de tudo o que se passou naquele ano e tinha transitado do 6º para o 7º  com 5 “Cincos” e 4 “Quatros” . Tinha 12 anos na altura quando tudo ocorreu , depois desse ano nunca mais liguei à escola. Naquele tempo o termo Bullying ainda nem estava sequer nacionalizado e era desconhecido em Portugal”
 
 
“Querem o quê?..Que eu diga bem do PCP e da CDU Sesimbra? Façam por isso e deixem de pintar uma manta que só existe na teoria  ou na vossa boca.”
 
“Sou apartidário e morrerei apartidário enquanto o sistema democrático não evoluir.”
 
A autarquia de Sesimbra, continua a ignorar e a desprezar por maldade aquele que até há data ainda é de longe o maior projecto de sempre sobre Sesimbra na internet e que tem impulsionado várias pessoas a  visitarem ou a voltarem a Sesimbra. Preferem prejudicar a comunidade e lhes conceder opções de produtividade baixa ou nula “satisfazendo” os camaradas do que engolir um orgulho partidário ridículo ou pessoal e satisfazer uma necessidade comunitária.
 
 
Os actos destas chamadas “políticas” locais, ainda se intitulam com vida para dar ênfase a um paradoxo da realidade e a postura da autarquia na omissão de um projecto com potencial, acabou por se assumir com o tempo e publicamente por si mesma. Cada segundo, cada minuto que passa acredito que cada vez  mais as pessoas  se apercebem daquilo que os executivos realmente são e do que fazem. São pagos por todos os contribuintes para proporcionarem  o melhor para o Concelho de Sesimbra e seus munícipes e não para proporcionarem o melhor para eles.
 
Muitos empresários envolvidos em eventos locais,  têm vindo a contactar-nos para  hipotéticas divulgações gratuitas dos mesmos, solicitando  publicações de flyers com  logos no rodapé de entidades que  são desde sempre financiadas pela autarquia de Sesimbra e que ainda possuem meios próprios de sustentabilidade, tal como o Clube Sesimbrense e a Liga dos Amigos de Sesimbra.
 
A autarquia aplica receitas  a entidades comunitárias que se destinam também a promover o município mas não possuem meios de fazê-lo fora da região.
 
Os intervenientes, chegam a enviar-nos solicitações de eventos esperando deste lado que se faça um serviço gratuito de divulgação na web, através de uma entidade que nunca recebeu apoios e compensações, mas que conseguiu fazer o que uma equipa inteira de informáticos e funcionários da CMS não conseguiram fazer. A Sesimbra Cultural, despendeu do seu bolso uma quantia considerável para todas as despesas necessárias de elaboração e manutenção do site, despendeu milhares de horas de trabalho com advanced knowledges para a sua existência ser hoje possível.
 
A Liga dos amigos de Sesimbra, chegou a contactar-nos há uns meses para uma eventual reunião, mas de um momento para o outro, parece ter mudado de ideias ou ter sido limitada e impedida por alguém que está no poder executivo e deixou de nos contactar.
 
Para além dum apoio doentio e incompreensível ao Carnaval que passou por cima de necessidades que eram essenciais a toda a comunidade e que  já estariam  pendentes há anos, que  resultou numa integração brusca de parquímetros, numa quebra económica, na extinção de postos de trabalho e numa subida de impostos que todos os munícipes vão ter de suportar nos próximos 20 anos,  outra  realidade de origem duvidosa que desvirtua este estado democrático em Sesimbra e onde se aplica  receitas camarárias, é a campanha “Sesimbra é peixe”, uma  iniciativa vinda do turifórum.
 
O Turifórum Sesimbra é constituído por  um grupo de empresários que alegadamente  se reúne para  delinear estratégias rumo ao desenvolvimento turístico local, mas que na prática,  as suas intenções apenas são claramente a expansão dos seus negócios, usando fundos camarários e donativos de outros empresários não envolvidos em programas de animação turística. A campanha Sesimbra é peixe, teoricamente é incompleta, pois na prática, também poderão comprovar isso devido a Sesimbra não ser só peixe, e porque sempre será muito mais do que isso.
 
Edit: Fomos contactados por um dos responsáveis do Clube Sesimbrense, que declarou não ter sido destacado para animar a noite da última passagem do ano em Sesimbra, mediante uma compensação ou remuneração.